Sempre me dei conta de que não sou um cara nada perfeito. Nem sou o cara que vai fingir ser algo que não é só pra agradar alguém ou ganhar algo. Já sacava desde pequeno que a coisa ia ser estranha, pela minha vida no colégio, onde eu quase sempre apanhava e tive que aprender a bater - e bater muito - pra parar de apanhar. Nunca fui considerado "normal", pelo simples fato de ler e desenhar muito. E por aí você já saca que as coisas não serão justas e tão pouco coerentes.
Sempre tive plena consciência do sujeito bipolar que sou, e pra onde minha impulsividade e ansiedade me levariam. Sempre soube que lidar com emoções não seria algo fácil pra mim e que a rejeição seria algo inconcebível na minha cabeça, desde que presenciei isso dentro da minha casa quando garoto, mas isso não me tornou um cara do mal. Procurei caminhos tortos e fugas insanas, mas nunca tive vontade de causar mal a ninguém, e principalmente a nenhum amigo meu. Isso sempre levei muito à sério.
As pessoas de quem gostei e bati no ombro dizendo que eram meus amigos... com esses fui até o inferno e jamais passei por cima da felicidade de nenhum deles, pelo contrário, já passei por cima da minha pela deles. Em contrapartida fiz muita garota sofrer na minha mão, por ter me tornado nos últimos anos um cara incompreensível, que buscava algo que talvez não exista. Sonhava demais e não tinha mais condições físicas e mentais pra bancar meus sonhos. Magoava pra evitar ser magoado, por ser um cara transparente, por devolver ao mundo exatamente o que eu sinto quando sou atingido... reações que tive, às vezes de maneira inconseqüente, pueril. Não acho isso bom, talvez deva desculpas a quem eu realmente fiz mal – e não a quem ache que sou mal ou que faço mal.
Talvez tenha sido preciso sair do ar pra ver quão impossível tudo o que eu almejava se tornou nos últimos tempos, por estar cercado de algumas pessoas que pouco me agregaram, que me sugaram e contribuíram para um processo destrutivo – pra se aproveitar dele. Sem perceber e sem saber, involuntariamente fui jogado num emaranhado onde respeito, sentimentos e caráter se misturaram a coisas ruins, negativas. Tentando enxergar de fora, consigo compreender que não quero e nunca quis nada disso para mim. Só precisava da ajuda sincera que agora tenho.
As pessoas de quem gostei e bati no ombro dizendo que eram meus amigos... com esses fui até o inferno e jamais passei por cima da felicidade de nenhum deles, pelo contrário, já passei por cima da minha pela deles. Em contrapartida fiz muita garota sofrer na minha mão, por ter me tornado nos últimos anos um cara incompreensível, que buscava algo que talvez não exista. Sonhava demais e não tinha mais condições físicas e mentais pra bancar meus sonhos. Magoava pra evitar ser magoado, por ser um cara transparente, por devolver ao mundo exatamente o que eu sinto quando sou atingido... reações que tive, às vezes de maneira inconseqüente, pueril. Não acho isso bom, talvez deva desculpas a quem eu realmente fiz mal – e não a quem ache que sou mal ou que faço mal.
Talvez tenha sido preciso sair do ar pra ver quão impossível tudo o que eu almejava se tornou nos últimos tempos, por estar cercado de algumas pessoas que pouco me agregaram, que me sugaram e contribuíram para um processo destrutivo – pra se aproveitar dele. Sem perceber e sem saber, involuntariamente fui jogado num emaranhado onde respeito, sentimentos e caráter se misturaram a coisas ruins, negativas. Tentando enxergar de fora, consigo compreender que não quero e nunca quis nada disso para mim. Só precisava da ajuda sincera que agora tenho.
A real é que quando você está caído vão chutar a sua boca, isso é fato. Aqui do chão olho pra cima e noto que tenho prá onde subir, e que a ferida provocada por esse chute cicatriza.
Nunca disse que sou tão bom assim, mas nem tão ruim assim, mas tô nos trilhos outra vez. (?)
Nunca disse que sou tão bom assim, mas nem tão ruim assim, mas tô nos trilhos outra vez. (?)

EBA! Lembre-se daquela historinha: "Primeiro, a gente tem de ser uma boa companhia pra nós mesmos, o resto é decorrência". Não importa o tamanho da "bad", do chão não passa e logo a poeira assenta e os caminhos aparecem para que a gente escolha o mais interessante! As coisas que fazemos PERMANECEM e nos devolvem a nossa IDENTIDADE. Preserve sempre sua Ética, assim dói menos. Dói ver a calhordice alheia, mas dói mais ainda ver o nosso PRÓPRIO "Mr. Hyde".
ResponderExcluirBeijo, Basa!